Banal, muito banal... briga com filho por não querer comer na casa dos outros... fico muito brava, saio completamente do sério, fico envergonhada, enfim, um horror...
Volta para a casa é terrível, vontade de sumir, ímpeto de desisir da brincadeira.
Choro, raiva, vergonha, dor, angústia. Não sou vítima. Não quero piedade. Continua doendo.
Ressaca, tristeza, culpa. Ouvi por aí que a culpa nasce com a maternidade. Pra mim, não é como p/ o Drummond, eu não tenho todo o sentimento do mundo, tenho as duas mãos e toda a culpa. Que pesa muito.
Parece que a gente vai morrer, mas o pior (agora) é que a gente não morre não. Continua aqui sentido tudinho. Até a última gota.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
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