segunda-feira, 10 de maio de 2010

Dia das mães

Banal, muito banal... briga com filho por não querer comer na casa dos outros... fico muito brava, saio completamente do sério, fico envergonhada, enfim, um horror...
Volta para a casa é terrível, vontade de sumir, ímpeto de desisir da brincadeira.
Choro, raiva, vergonha, dor, angústia. Não sou vítima. Não quero piedade. Continua doendo.
Ressaca, tristeza, culpa. Ouvi por aí que a culpa nasce com a maternidade. Pra mim, não é como p/ o Drummond, eu não tenho todo o sentimento do mundo, tenho as duas mãos e toda a culpa. Que pesa muito.
Parece que a gente vai morrer, mas o pior (agora) é que a gente não morre não. Continua aqui sentido tudinho. Até a última gota.

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